DIFERENÇA ENTRE CONSULTA E TERAPIA

Fico muito feliz com os contatos dos meus visitantes. No entanto, uma grande maioria quer apenas uma indicação de floral. Sinto-me na obrigação de esclarecer que não é bem assim que funciona.

O tratamento com florais exige muito mais do que uma simples indicação. Esclarecimentos sobre uso de florais estão em vários Posts que já publiquei. Veja aqui e aqui .

No entanto, se faz urgente esclarecer a diferença entre o que é uma consulta e o que é uma terapia, na abordagem com Florais.

Consulta é quando a pessoa quer uma indicação de floral para amenizar um problema que a aflige no momento. Particularmente, não acho que seja possível resolver qualquer problemática dessa forma. Veja aqui. Mas, considerando que a pessoa conheça o sistema floral e apenas esteja em dúvida sobre a escolha que fez, uma troca de impressões pode ser válida sim. Nesse caso, uma simples consulta pode ajudar.

Terapia é diferente de Consulta. A expectativa não é a solução imediata de um problema e sim o desenvolvimento de um processo de auto conhecimento que vai esclarecendo gradativamente os motivos da queixa inicial. Esse procedimento requer continuidade.

Em ambos os casos, Consulta ou Terapia, há um custo. Mande-me um e-mail solicitando valores e procedimentos para Consulta ou Terapia. Não esqueça de enviar um endereço pessoal para resposta. Terei imenso prazer em responder. mercuriana2009@gmail.com


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Síndrome do Pânico - parte 1



A Síndrome do Pânico (SP) hoje está disseminada. Acomete milhões de pessoas no mundo todo. Sem dúvida nenhuma podemos atribuir isso a dois fatos. Primeiro, o frenesi do cotidiano, com excesso de informações e cobranças sociais, gerando alto nível de estresse. Manter-se no emprego, enfrentar o trânsito, ir às compras, pagar as contas, ouvir noticiário, criar filhos, são exemplos de situações estressantes. Estresse sempre vem acompanhado de ansiedade, causa primária do pânico. Então, quando menos se espera, lá vem a crise. O segundo fato que explica a explosão de casos de SP não se refere a um motivo da doença em si, mas à facilidade que temos hoje de falar, mais abertamente sobre o problema.
A crise chega de repente, aparentemente, sem motivo específico. Começa com uma sensação desagradável, um medo indefinido de algo desconhecido, vai crescendo e foge do controle. Aí surgem os sintomas:
- boca seca, sudorese, taquicardia, falta de ar, ondas de calor e frio, formigamento, dor no peito, tremores, sensação de perigo eminente, etc.. Parece que a vida termina ali. A pessoa tem a impressão de que está enfartando, tendo um derrame ou qualquer outra doença fatal. Posteriormente, desenvolve-se o Transtorno do Pânico (TP), quando a pessoa começa a ter medo de sentir medo. Nessa fase começa a se esquivar de diversas situações que antes faziam parte do seu contexto. Perde o prazer, deixa de trabalhar, viajar, sair de casa. Sem tratamento adequado, a tendência é piorar, chegando ao ponto de prostrar a pessoa na cama, vivenciando profunda depressão. De fato, parece que nada mais importa. A vida acabou. O medo contamina todos os pensamentos e sentimentos e se transforma em fobia. Apesar do medo ser infundado, o sofrimento é bem real. A crise geralmente é muito rápida . E não se tem notícia de ter sido a “causa mortis” de qualquer pessoa. Portanto, essa é uma informação que deve ser registrada. Crise de pânico NÃO MATA. Mas judia, e muito.
As pesquisas mostram que as mulheres são mais propensas. Provavelmente porque falam mais sobre sentimentos, muito mais do que os homens, e, diferente das gerações passadas, estão mais expostas às ansiedades cotidianas, acumulando profissão e trabalho doméstico. Sem falar que o “sexo frágil” tem a liberdade de sentir medo. O “sexo forte”, não. Embora as mulheres sejam as mais atingidas, lidar com a SP é mais complicado para os homens. (não é fácil para um homem, admitir que sente medo).
Tem cura? Precisa de medicamento?
Sim, tem cura e, medicamento com acompanhamento médico é necessário. Quando a crise começa, ocorre uma desordem nos neurotransmissores cerebrais. O medicamento vai proporcionar um alívio para essa desordem. Devido a grande variedade de medicamentos , a escolha do mais indicado cabe ao médico.
Para garantir que a cura se estabeleça será necessário tratar também, e principalmente, o aspecto emocional. Psicoterapia e terapias auxiliares são de grande ajuda. Praticar atividades físicas é uma boa medida. Quando nos exercitamos nosso cérebro produz a serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Alguns alimentos e ações também colaboram no aumento da Serotonina: banana, chocolate, tomate,fazer sexo,tomar banho de sol. A ressalva é: não exagerar na comida, usar camisinha e filtro solar.
Como se vê, caminhos existem, e todos levam, senão à cura (ocorre em 80 a 90% dos casos), pelo menos ao alívio, diminuindo significativamente, os sintomas.
Mas, a pergunta que não quer calar: como alguém em estado de alto nível de ansiedade ou depressão, com medo até de sair de casa, vai encontrar energia prá dar o primeiro passo?
Por isso é importante tomar o medicamento. É o que vai, inicialmente, “levantar o moral”, ponto de partida para o caminho da recuperação.
Às vezes o medicamento parece não fazer efeito, ocasionando o abandono do tratamento. Mas é só uma questão de ajustes. Um bom profissional vai avaliar o custo-benefício de uma possível troca na medicação, alteração na dose ou o que seja necessário, mas, é fundamental que o paciente seja persistente.
Não dá prá negar...Todo começo é difícil.
Algumas alternativas dão suporte para o início da caminhada em direção à cura.
Veremos isso na próxima postagem...aguarde.
Sonia Rocha – Terapeuta Floral

6 comentários:

  1. Oi! Obrigada pela visita. Minha prima sofreu de SP. Ela diz q está curada, mas n vai mais a lugares movimentados, como shopping. Será q ela ainda precisa de tratamento?

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  2. Oi Luciana, sempre bom ser visitada, né. Então, sua prima poderia continuar com o tratamento por mais algum tempo para se livrar de vez desse problema e poder curtir um passeio no Shopping, ou um show, não é?
    No próximo post, darei algumas sugestões que poderão ajudar.
    bjos

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  3. Soníssima Amada Miga Nossa!
    Bem sei,o que SP ,síndrome essa é,oriundo de sofrimento intenso,amada terapeuta floral(queria tanto conhecer terapia essa!!!!!!!!!!
    From Rio,de pessoas conduzo, à terapias e apoio logistico necessário,de todas as idades e sociais camadas,prolifera O SP,conteúdo de vid toda,snifff!
    Bem sei doutros através desse forte e intenso sofrimento!
    Tô cuntigu amada irmã ,miga minha!

    Ti Amuuuuu!
    Pessoa Lindíssima ,de vida nossa!

    Viva La Vidaaaaaaaaaaa

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  4. Ricardo, seu comentário é adorável. Sua percepção e sensibilidade é de fina estampa.
    Obrigada!
    Em tempo: para conhecer mais essa terapia da alma, veja meus outros posts. Minha modesta contribuição para a divulgação de um lenitivo às dores do espirito...
    bjs.

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  5. Oi Sonia, tb tenho sindrome do panico e me descobri ao escrever, tenho postado minhas duas primeiras crises, vc poderia ler e me ajudar? espero vc e quem mais se interresar em trocar idéias no meu blog
    todomundotempanico.blogspot.com
    te aguardo!!!!!!!!!!

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  6. oi veja o meu blog de síndrome do pânico. obrigado.

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Sua opinião é muito bem vinda.Obrigada pela visita.